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A Depresso sob a tica Espiritual

A Depressão, hoje tão falada e debatida entre as pessoas, é um quadro relacionado à Árvore Diagnóstica dos Transtornos do Humor. Sua sintomatologia, em termos de critérios de diagnóstico, é formada por um humor em declínio persistente.

A anergia, definida como sendo a falta de força ou energia para fazer as coisas e a anedonia, ausência de prazer quando da execução de alguma atividade ou interação, compõe os sinais. Perda ou ganho de peso, superiores a 10% da massa corporal, ideação suicida ou pensamentos de morte estão presentes. Crises de choro e irritabilidade complementam as características psicopatológicas.

Sua etiologia, ou origem, pode estar relacionada a uma herança genética, quando pessoas ligadas à família apresentam ou apresentavam algum tipo de transtorno mental. A doença também pode ser adquirida, em virtude de fatores estressantes ou ligada ao processo de desenvolvimento, especificamente educação e cultura a qual os indivíduos encontram-se inserido.

Pesquisas relatam que a incidência desse diagnóstico vem crescendo avassaladoramente. Empiricamente, através de leituras ou de consultas virtuais, as pessoas estão se autodiagnosticando, independentemente da veracidade dos fatos. As queixas, de homens e de mulheres, independentemente da faixa etária, situação económica e raça, são apresentadas em várias especialidades da área da saúde além da psiquiátrica. A depressão vem assolando a sociedade em âmbito geral.

Em algumas manifestações e assiduidades dos sintomas o uso de fármacos é essencial, como meio de energia quântica para dar ao agregado espiritual a homeostase necessária, devolvendo ao corpo físico a sensação de bem estar e de equilíbrio para se conduzir frente aos desafios encarnatórios. Essa terapêutica é ainda mais fundamental quando então o paciente vem de um histórico familiar relevante. As terapias complementares, ou essenciais, como a psicoterapia, a arte terapia, a musicoterapia entre outras, trabalharam os conteúdos do pensamento, centrados em uma frequência de baixíssima vibração, readequando as percepções e, consequentemente, promovendo as mudanças de comportamento frente às dificuldades e conflitos vivenciados nos sintomas e na vida como um todo.

O elemento espiritual é uma etiologia negligenciada pela academia, com exceção de alguns núcleos de pesquisa que estudam suas implicações fenomenológicas. O fato é que todos os estudos, até a presente data, não conseguem responder a totalidade das situações implicadas.

Um percentual significativo não respondem aos métodos tradicionais de tratamento protocolados e oferecidos pelos profissionais, associações de classes e laboratórios de pesquisa química. Em contrapartida, um grupo de pacientes que buscam auxílio na terapia espiritual conquista uma resolutividade até então não percebida.

O elemento espiritual pode, sim, contribuir com a depressão. Não afirmo, em momento algum, que tudo seja espiritual, muito menos que o modo de conduzir o trabalho com esses pacientes seja exclusivamente voltado à alma. Ao contrário, o conhecimento material promovido pelos profissionais e o desenvolvimento tecnológico aplicado através das drogas lícitas apresentam um papel importantíssimo.

E cabe, apenas aos especialistas definirem a aplicação ou não desses recursos. Aponto o componente etérico como um suplemento de contribuição.

Pela dificuldade em provocar enfrentamentos para os conflitos da vida e, pela capacidade em construir obstáculos, o paciente depressivo vai reduzindo sua capacidade de produção energética saudável, vibrando negativamente. Esse conteúdo e forma do pensamento vão induzindo a pessoa a estabelecer frequências, ligações, similares, envolvendo-se e comprometendo-se com pessoas e situações danosas e prejudiciais.

Isso leva ao que chamamos de auto sabotagem, um comportamento suicida que conduz o deprimido ao fundo do poço. Diante da realidade doutrinária, dá-se início a auto obsessão. Sensações e sentimentos estabelecem contato com lembranças e personalidades experimentadas em encarnações anteriores, possibilitando a sobreposição dos níveis de consciência sobre a ponta encarnada.

A partir daí, as relações com a energia mais sutil acontece. Pré-requisito para a obsessão, a convivência com desencarnados também necessitados é promovida. A contaminação energética é potencializada e os desdobramentos doentios se repetem.

O ciclo degradante age.

Com essa realidade, o tratamento espiritual passa pela premissa da reforma pessoal e íntima, atuando na causa da problemática, a auto obsessão. Daí ramifica-se as energizações para recarga do agregado e as doutrinações de desencarnados que padecem e são acometidos por doenças. Essa integralidade soma etérica contribui para a evolução dos tratamentos e o resgate da qualidade de vida para muitos.

Clécio Carlos Gomes, Psicólogo, e Psicopatologista Especializado em Saúde Mental - Autor dos Livros: A Alma em Depressão, Saúde Mental e a Ciência Espírita

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